Piauí gera 15,7 mil empregos formais em 2026 e registra 2ª maior alta do país

Estado acumulou 15.722 novos postos entre janeiro e agosto.

O Piauí criou 15.722 empregos com carteira assinada entre janeiro e agosto de 2026, segundo os dados mais recentes do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No período, o estoque de empregos formais no estado cresceu 4,27%, resultado que colocou o Piauí com a segunda maior variação proporcional entre as unidades da Federação, atrás apenas do Amapá, que registrou 6,30%.

Somente em agosto, o estado teve 14.970 admissões e 13.087 desligamentos, gerando saldo positivo de 1.883 postos de trabalho. Com o resultado, o número de vínculos formais chegou a 384.033.

Foto: Reprodução/ Ascom

Resultado positivo em todos os meses

O mercado de trabalho piauiense apresentou saldo positivo em todos os meses de 2026 até agosto. Entre os melhores resultados estão março, com 3.815 novos postos, e junho, com 3.075.

O desempenho acumulado coloca o Piauí à frente de estados como Acre, que teve crescimento proporcional de 4,09%, e atrás do Amapá, líder do indicador com 6,30%.

Em números absolutos, os maiores saldos do país foram registrados em São Paulo, com 306.883 postos, Minas Gerais, com 123.176, e Rio de Janeiro, com 77.670 no acumulado do ano.

Brasil ultrapassa 1,1 milhão de empregos

No cenário nacional, o Brasil registrou 165.827 novos empregos formais em agosto, resultado de mais de 2,29 milhões de admissões e 2,12 milhões de desligamentos.

Com o desempenho de agosto, o país acumulou 1.134.033 novos postos entre janeiro e agosto, crescimento de 2,41% no estoque de empregos formais. O número total de vínculos chegou a 48.244.696.

Entre os grandes setores da economia, Serviços liderou a geração de empregos no acumulado do ano, com 697.859 postos. Na sequência aparecem Construção, com 200.431, e Indústria, com 170.442.

Salário médio de admissão

O salário médio real de admissão no país ficou em R$ 2.410,74 em agosto. O valor representa aumento de 1,02% em relação a agosto de 2025, quando a média era de R$ 2.386,43.

Os dados do Novo Caged são divulgados mensalmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego e reúnem informações sobre admissões e desligamentos no mercado de trabalho formal.

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