Operação prende nove suspeitos de integrar grupo criminoso no litoral do Piauí

Polícia apreendeu arma, drogas, munições, dinheiro e uma balança de precisão durante a ação.

As polícias Civil e Militar prenderam nove pessoas, entre elas integrantes de uma mesma família, durante uma operação realizada na manhã desta sexta-feira (17), em Luís Correia, no litoral do Piauí.

A ação teve como alvo investigados por suspeita de integrar uma organização criminosa e também resultou na apreensão de uma arma de fogo, drogas, munições, dinheiro e materiais utilizados no tráfico de entorpecentes.

Ao todo, foram cumpridos 15 mandados de prisão e dez de busca e apreensão. Segundo a Polícia Civil, parte dos investigados já estava recolhida ao sistema prisional.

Foto: Ascom / SSP-PI
Nove pessoas são presas em operação contra grupo criminoso no litoral do Piauí

Durante as diligências, os policiais apreenderam uma arma de fogo, munições, porções de cocaína, crack e maconha, além de uma balança de precisão e dinheiro em espécie. A operação também resultou na prisão em flagrante de alguns suspeitos.

As investigações apontam que um dos alvos, que possuía mandado de prisão preventiva em aberto, já havia sido preso duas vezes por porte ilegal de arma de fogo e é investigado por integrar uma célula criminosa com atuação no litoral do estado.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, ao perceber a chegada das equipes, o suspeito tentou esconder a arma para evitar a apreensão, mas o material foi localizado pelos policiais.

Os policiais também localizaram um imóvel utilizado para armazenar entorpecentes. No local, foram apreendidas porções de cocaína, crack e maconha, que serão encaminhadas para perícia.

Foto: Ascom / SSP-PI
A polícia apreendeu uma arma de fogo, drogas, munições, dinheiro e uma balança de precisão.

A operação foi coordenada pela Delegacia Seccional de Luís Correia e contou com o apoio da Superintendência de Operações Integradas (SOI), da Diretoria de Operações de Trânsito (DOT), da Força Estadual Integrada de Segurança Pública (FEISP), do Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da Força Tática e da 2ª Companhia Independente de Operações Aéreas.

As investigações continuam e devem identificar outros possíveis envolvidos, além de aprofundar a apuração sobre a atuação do grupo criminoso na região.

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